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Sem assombrações

sábado, 12 de abril de 2014


''Pô, porque toda essa comemoração do torcedor do Fortaleza por uma simples passagem a final?'' Perguntam os não-torcedores do Fortaleza...
Uma pergunta até pertinente, já que se fala de um clube grande.

Mas amigo, neste sábado o Fortaleza venceu Icasa, Oeste, Sampaio Corrêa, azar, estádio lotado e o escambau. O Fortaleza exorcizou o fantasma da eliminação com casa cheia. Em um jogo de paciência, enfrentando um adversário que não queria jogo, além de um árbitro que aceitou o anti-jogo icasiano.

No primeiro tempo o que se viu foi ataque x defesa. O Icasa se defendia com 11 atrás da linha da bola, e o Fortaleza tocava a bola em busca de espaço. A cada tiro de meta, o arqueiro icasiano demorava 1 minuto para chutar a criança. A cada falta, o juiz demorava 1 minuto para autorizar a cobrança. Um jogo desgraçado, e o torcedor começava a se irritar. O Leão criou algumas chances. Numa delas após 76 chutes, Waldison bateu para o goleiro salvar. O mesmo Waldison ainda acertou belo chute na trave. Mas eis que Tiago Cametá entrou em ação, driblou o marcador, cruzou e o defensor do time do Cariri DEFENDEU. Pênalti. Marcelinho cobrou e marcou o gol do alívio parcial. Nada de mais grave ocorreu no primeiro tempo, apenas o fato do árbitro ter dado 0 minutos de acréscimos.
Fortes emoções estavam reservadas para a segunda etapa. 
Logo no início, Radar cruzou e Robert não alcançou, foi o aviso. Aos 15 o monstro Corrêa cobrou falta na cabeça do artilheiro do Brasil. Festa no PV, torcida animada, ''Leão nós gostamos de você. Uma doce ilusão de que neste dia, somente neste dia, o Tricolor iria passar sem sustos. No início do texto falávamos sobre fantasmas, eis que um desses fantasmas apareceu. Poucos minutos após o(suposto) gol da classificação, falta para o Icasa, aproxidamente 1 légua de distância do gol. A bola chutada viaja e... O FANTASMA DE ASTOLPHO LOPES aparece e Ricardo aceita o gol. Bateu logo aquele pensamento: de novo? será? O Fortaleza estava disposto a não aceitar a eliminação. Mas a bola não entrava. Numa saída atrapalhada do goleiro, a bola sobrou para Marcelinho Paraíba, este esperou, chutou e o zagueiro salvou em cima da linha. Em outro lance Edinho partiu em disparada para marcar o gol, mas o zagueiro impediu e foi expulso. Mas aí veio a malícia de Foguinho. Após jogada na área do Icasa, Foguinho desaba, aquela cera de leve. O goleiro Mauro espertamente joga a bola para fora.
A torcida tricolor MANDAVA incessantemente que os jogadores do Leão não devolvessem a bola. Radar aparentemente queria devolver, mas logo foi convencido por Danilo Rios. O Leão bateu o lateral, não devolveu a bola. Marcelinho passa para Ed, o garoto arrisca de fora da área. O goleiro espalma e Robert chutou a bola e os fantasmas. Explosão! Mas essa aventura não acaba aí, afinal como diz um amigo meu: Sem emoção não é Leão, pai. 
O Icasa se lançou a frente. Nunca 10 minutos duraram tanto. O Fortaleza foi gastando o tempo. Num tiro de meta, percebe-se que havia uma bola furada, e o que eram 4 minutos de acréscimos viram 6. O árbitro Léo Simão acrescentou DOIS MINUTOS de acréscimo por uma bola furada. Nesses longuíssimos 2 minutos, falta para o Icasa próxima a área. Eram vistos torcedores rezando, ajoelhados, de costas, chorando. A bola do jogo. Mais uma vez o Senhor Léo demorou muito para autorizar, uma forma de tortura ao torcedor. Porém, nada aconteceu, bola na barreira e Leão na final!
Valente, o Fortaleza venceu todos os seus traumas, fantasmas e adversários. 

Este texto é dedicado a Neto Baiano.

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